A segunda - e última - noite do Planeta Atlântida foi eclética. Não teve o axé do primeiro dia, mas reuniu rock, reggae, sertanejo e música eletrônica para animar o público, que se manteve empolgado do início ao fim.
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Um dos maiores símbolos da música gaúcha, Renato Borghetti, abriu o segundo dia de shows no Planeta Atlântida. O músico fez o público cantar em coro o hino do Rio Grande do Sul e, em seguida, apresentou uma homenagem para Santa Maria.
Na sequência, os mineiros doStrike, liderados pelo vocalista Marcelo Mancini, a banda apresentou sucessos das rádios, como Paraíso Proibido, O Jogo Virou e Aquela História. Criado no festival, Armandinho se sentiu em casa no Palco Central do Planeta Atlântida. O gaúcho colocou o público para dançar com sucessos desde os tempos que tocava no antigo Manara, em Porto Alegre.
Abrindo o show com Smells Like Teen Spirit, do Nirvana, oNX Zero subiu ao palco, por volta das 21h10, deixando claro ao que estava se propondo. Com o intuito de agradar aos fãs de rock, a banda comandada por Di Ferrero convenceu e emocionou o público.
Como de costume, O Rappa fez um dos shows mais empolgantes do Planeta Atlântida. O grupo é figura carimbada no festival e nem por isso faz os planetários perderem a empolgação com as suas apresentações - muito pelo contrário.
Primeira atração internacional do Planeta Atlântida, a banda norte-americana de reggae SOJA - abreviação de Soldiers Of Jah Army - deu um ritmo diferente ao festival. Cantou na companhia de Falcão e lembrou as vítimas de Santa Maria
No penúltimo show, Luan Santana lembrou as vítimas da tragédia de Santa Maria, cantando a música que gravou (e bombou nas redes sociais) para uma fã que morreu no incêndio da boate Kiss. Ao elogiar a força do povo gaúcho, chamou ao palco Joca Martins, pilchado, para cantar Querência Amada, levando o público ao delírio.
A noite foi encerrada com a apresentação do DJ francês Martin Solveig.
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