Com 48 anos de carreira, Tony Ramos é um dos atores mais respeitados da dramaturgia brasileira. No ar como o Otávio de Guerra dos Sexos, ele é da opinião que os artistas têm obrigação de respeitar o público, a qualquer hora.
– A convivência com o fã tem que ser educada. O ator precisa estar disponível e entender a manifestação do fã com educação, assim como ele espera educação do fã na sua abordagem. O artista tem que entender que é um ser exposto à curiosidade pública – afirma.
Apaixonado pela profissão, Tony diz que não se vê em outra ocupação. Mas, caso não fosse ator, teria se dedicado à arquitetura ou a algo relacionado à natureza.
– Ou, de repente, teria uma fazenda para viver ali, mexendo nas plantas.








