Guy Oseary é um sujeito bem-sucedido no showbiz: chefão da gravadora e produtora Maverick, o empresário de Madonna é um dos produtores dos primeiros filmes da Saga Crepúsculo. Casado com a top brasileira Michelle Alves, o americano-israelense conversou com jornalistas nos bastidores do show da cantora em Milão, no começo de junho. Entremeando a conversa com frases curtas em português como "O que que há?" e "Então tudo bem", o simpático Oseary falou com Zero Hora minutos antes de Madonna subir ao palco e levantar o público que lotou o estádio San Siro.
Pergunta – A plateia se empolga quando Madonna mostra os seios e o bumbum. Isso é premeditado?
Guy Oseary – Ela não faz isso sempre. Ela decide na hora, não é uma surpresa só para mim, é uma surpresa para ela também. É algo 100% decidido naquele instante. O show é definido e ensaiado antes, mas esse tipo de ação, não.
Pergunta – Você costuma conversar com os fãs que chegam cedo e ficam na frente do palco. O que eles dizem?
Oseary – Eles falam de tudo, agradecem, reclamam de segurança, da falta de uma música ou outra. É importante esse contato.
Pergunta – Como você define esse show?
Oseary – Ele tem muitos momentos distintos, é muito teatral.
Pergunta – Por que vocês escolheram gravar o mais recente DVD ao vivo de Madonna na Argentina?
Oseary – Tínhamos quatro shows na Argentina, foi a hora certa para aquilo. Não sabemos onde vamos gravar da próxima vez.
Pergunta – O que vocês esperam do público em Porto Alegre?
Oseary – Muitas bandeiras. Aqui em Milão, está cheio de bandeiras brasileiras. Acho que não é segredo o quanto Madonna ama o Brasil. Também amo o Brasil, meus filhos são metade brasileiros (o empresário tem três filhos com a modelo Michelle Alves). Sempre vejo desenhos de carinhas felizes na frente das datas em que está o nome do Brasil. Esperamos fazer um grande show aí.












