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Que medidas e o que devo fazer para que possa fazer uma denúncia sobre usuários de crack, para que as autoridades competentes façam sua parte e eu a minha? Pois não dá pra aguentar mais os usuários que se reúnem perto de minha residência, também usando outras drogas e álcool. Obrigada pela atenção.
Enviado em 18/06/2009 às 11h45Prezada Vanessa. As denúncias sobre o uso de drogas podem - e devem - ser feitas às autoridades do Poder Público, como a Polícia e, se for o caso, também à Prefeitura e à Câmara de Vereadores da sua cidade. O problema do crack é grave e notório e essas autoridades certamente saberão tomar as providências cabíveis e necessárias.
Existe algum estudo de como o crack está sendo disseminado no estado? Como o Estado se faz presente no combate a droga?
Enviado em 14/06/2009 às 12h05Prezado Vinícius. As pesquisas e estatísticas sobre a disseminação do crack em nosso estado, apesar de recentes, já são assustadoras e preocupantes, pois se trata de uma verdadeira epidemia que atinge ou faz milhares de vítimas a cada dia. No site "Crack Nem Pensar", do próprio Grupo RBS, você poderá encontrar alguns desses números. A presença do Estado no combate à droga se faz presente na repressão policial, no atendimento assistencial e em campanhas de prevenção que visam a, pelo menos, minimizar o problema.
Se na minha rua um grupo de adolescentes de classe média trafica à luz do dia, sem que as rondas policiais inibam essa prática, o que devo fazer para evitar que isso se torne comum ou até seja extinto do meu bairro?
Enviado em 12/06/2009 às 15h11Caso o trabalho da autoridade policial seja insuficiente para inibir o consumo, o fato pode ser levado à Promotoria de Justiça da cidade, para que o MP inicie um trabalho de repressão conjunto à polícia.
As leis proíbem que órgãos de repressão ao tráfico, este flagelo que aflige a todos, participem de reuniões de grupos de auto-ajuda espalhados e lotados em todas as comunidades para obter informações sigilosas a respeito de locais de venda e quem são os traficantes?
Enviado em 14/06/2009 às 10h04Grupos de auto-ajuda como Alcoólicos e Narcóticos Anônimos (AA e NA), Amor Exigente ou Cruz Vermelha Brasileira têm como premissa uma política de segurança e privacidade de seus membros. Para eles o momento da reunião não é um espaço investigatório, mas sim de ajuda mútua, de compartilhamento de vivências e de fortalecimento da convicção da abstinência. A permanência de pessoas estranhas ao grupo não é permitida, a menos que seja uma reunião dirigida a amigos e familiares dos adictos.
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