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Crack, nem pensar

Envie sua pergunta sobre o crack.

Categoria: Prevenção(11 perguntas e respostas)
 

Sou psicóloga e estamos aderindo à campanha nas escolas. Para tanto, gostaríamos de sugestões para trabalharmos com adolescentes. Também queremos saber como adquir a camiseta ou adesivos.

Enviado em 01/07/2009 às 14h08
por ana teresa, 27 - sertao (RS)
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Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas
 

Olá, Ana! 

É importante informar crianças e adolescentes sobre drogas, mostrando-as sob uma perspectiva mais realista – conversando sobre seus malefícios, sem exagero, e sem negar a existência de efeitos prazerosos. Deve-se investir em atividades sistemáticas de prevenção que envolvam não só o uso de crack, mas também a promoção de atitudes de autoproteção, “pró-saúde e vida”. Isso envolve informações sobre o uso indevido de medicamentos, benefícios da boa alimentação e estímulo à prática de esportes. Com criatividade, dinâmicas de grupo podem ser criadas pela equipe de educadores conforme a idade das crianças/adolescentes, escolaridade, situação socioeconômica e outras necessidades.

 

Sobre adesivos, por favor, escreva para o e-email marketing@gruporbs.com.br

Um abraço, Sibele Faller.

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Oi, tudo bem? Estou no terceiro ano do Ensimo Médio e estou fazendo um trabalho sobre o crack. O que você acha que seria interessante eu colocar no trabalho, já que é pra apresentar pra turma toda?

Enviado em 22/06/2009 às 14h48
por antonia, 16 - niteroi (RJ)
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Dra. Irma Rossa
 

Antonia, o importante é dar informaçoes corretas: não aumente nem aterorize ninguém. Também não faça afirmativas do tipo "não tem saída", "vicia na primeira vez que usa" e etc. Existem na internet vários locais onde podes obter informações corretas. Procure coletá-las em universidades ou em associções tipo a Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas (ABEAD).

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Olá. Tenho um filho de 10 anos. Graças a Deus, não tenho familiares envolvidos em drogas, principalmente o crack, mais já sinto a necessidade de conversar com meu filho sobre o assunto. Será que já é hora? E como posso fazer? Será q tem algum livro que nos auxilie?

Enviado em 27/06/2009 às 14h24
por Gislayne, 26 - Jlle (SC)
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Dra. Irma Rossa
 

Gislayne, se perguntares ao teu filho o que ele sabe sobre drogas, verás que ele sabe mais do que tu pensas. Aproveite os assuntos do dia a dia para mostrar qual é a opinião de vocês, e para corrigir possíveis crenças errôneas que ele possa ter. Não faça terrorismo, não diga nada que não seja absolutamente comprovado. Informações podem ser obtidas na internet no endereço www.senad.gov.br, onde poderás encontrar uma cartilha com a Turma da Monica, produzida pelo Mauricio de Souza que, numa linguagem simples, informa sem apavorar. Abraços,

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Gostaria de saber como posso trabalhar este tema com crianças e adolescentes. Como abordar, quais dinâmicas podem ser utilizadas, etc.

Enviado em 24/06/2009 às 15h00
por Letícia, 24 - Rio Pardo (RS)
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Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas
 

Olá, Letícia!

Sem dúvida é importante informar crianças e adolescentes sobre drogas, mostrando-as sob uma perspectiva mais realista – conversando sobre seus malefícios, sem exagero, e sem negar a existência de efeitos prazerosos. Deve-se investir em atividades sistemáticas de prevenção que envolvam não só o uso de crack, mas também a promoção de atitudes de autoproteção, “pró-saúde e vida”. Isso envolve informações sobre o uso indevido de medicamentos, benefícios da boa alimentação e estímulo à prática de esportes. Com criatividade, dinâmicas de grupo podem ser criadas pela equipe de educadores conforme a idade das crianças/adolescentes, escolaridade, situação socioeconômica e outras necessidades.

Um abraço, Sibele Faller.

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Sou aluna da EJA e estamos fazendo um trabalho sobre as drogas, especialmente sobre o crak devido ao grande número de adolescentes q estão caindo nele. Gostaria se possível for, que me mandassem um material sobre esta droga para podermos passar para todos os adolescentes da nossa escola e município. Se for atendida, agradeço muito pois estou acompanhando a RBS nesta campanha e apóio mesmo. Obrigada.

Enviado em 23/06/2009 às 19h44
por joselaine, 38 - Nova Palma (RS)
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Marketing Corporativo do Grupo RBS
 

Olá, Joselaine.

Muito obrigada pelo apoio à campanha! A RBS não distribui materiais, mas aqui no site você encontra muitas informações que podem ajudá-la. Nos links "A droga" e "O vício", há dados que podem enriquecer as palestras. Em "Como aderir", há cartazes e selos para a impressão.

Aproveitamos para convidá-la a participar do blog Rede contra o crack, divulgando as iniciativas da sua escola na comunidade. O endereço é www.cracknempensar.com.br/redecontraocrack.

Atenciosamente,

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Bom, eu sou uma estudante. A orientadora da minha escola recebeu a tarefa de falar conosco sobre o Crack, só que existem mães lá na minha sala de aula que acham que a escola não é o local apropriado para o assunto. O que poderíamos fazer para não ter problema com os pais e conscientizar as pessoas sobre os perigos da droga?

Enviado em 15/06/2009 às 19h41
por Fádua Hamdan, 13 - Esteio (RS)
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Dra. Irma Rossa
 

Cara Fádua, há uma idéia de que falar sobre uma determinada droga possa levar ao interesse em consumi-la. O importante é ter cuidado para não tornar a droga atraente. Às vezes, entre os jovens, falar dos malefícios pode atrair o uso. Sabe aquele pessoal que morre de medo de filme de terror, mas não perde nenhum? Portanto, a informação deve ser o mais neutra possível, nem gramourizar nem diabolizar. Mostrar a realidade, isto é, mostrar que a droga tem seu efeito prazeroso, mas que o custo deste prazer é muito alto pode ser uma boa forma de desmistificar a droga.

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Gostaria de saber se tem como dar palestras nas escolas, sobre as consequências que essa droga causa, e como os jovens podem evitar esse mal que só vai destrui-los. Moro num município que tem um número muito grande de usuários. Faço parte de um projeto de inclussão social e me preocupo muito com esse problema.

Enviado em 17/06/2009 às 12h03
por Fabiane Fumagalli, 45 - Sapucaia do Sul (RS)
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Marketing Corporativo do Grupo RBS
 

Olá, Fabiane.
O Denarc realiza palestras em escolas e associações. Para agendar, o telefone é (51) 3288-9965. Você também pode fazer contato com a Cufa (Central Única das Favelas), que  realiza ações preventivas em todo o Estado. Para saber mais e agendar palestras, acesse o site www.cufars.org.br

Atenciosamente,

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O uso de drogas está relacionado a uma série de fatores: estrutura familiar, pobreza, uma droga de vida. Os drogados buscam na droga algo que não encontram na vida. Minha pergunta é: as pessoas que se drogam têm um perfil? E, uma vez identificado este perfil, poderíamos então trabalhar na questão de o por que estas pessoas se drogam para se sentirem felizes ou aliviadas?

Enviado em 29/06/2009 às 20h32
por Nelson, 58 - Porto Alegre (RS)
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Dra. Irma Rossa
 

Caro Nelson, a dependência química, como tu acertadamente colocas, é uma doença multifatorial. São diferentes fatores que tornam a pessoa mais vulnerável ou mais protegida. Quem dera fosse possível identificar precocemente as pessoas mais vulneráveis. Mas temos algumas novidades: estudos mais recentes falam de uma mudança na estrutura cerebral nos adolescentes, que fazem com que sejam mais suscetíveis, seja por que são mais impulsivos, pela onipotência própria da idade ou pelo desejo do novo. Oferecer limites e outras formas de prazer podem dar alguma proteção. Entretanto, condições de vida mais digna e melhores expectativas quanto ao futuro são fundamentais. Um abraço, Dra. Irma.

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Sou estudande de Administração de Empresas na Unisinos e estamos desenvolvendo um trabalho sobre as drogas na escola. Na verdade é um Projeto Social que se chama Preveja. A minha pergunta é: o crack está entre a droga mais usada pelos estudantes atualmente? Ou é uma droga específica das periferias? De que maneira poderíamos prevenir as escolas, que é o lugar onde se concentram a maioria das crianças e adolescentes a partir dos seis anos?

Enviado em 13/06/2009 às 16h21
por Mirian, 29 - Gravataí (RS)
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Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas
 

Olá, Mirian. A droga mais usada pelos estudantes é o álcool. O crack se iniciou como uma droga da periferia e das classes menos favorecidas, mas atualmente estamos vendo uma migração para as demais classes sociais. Nas escolas, é importante promover atividades sistemáticas de prevenção, associadas a campanhas como as que a RBS está realizando. A informação tem papel importante. Abraços, Dr. Flavio Pechansky.

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Existe maconha em pedra ou é só crack que é assim?

Enviado em 11/06/2009 às 16h11
por R., 19 - porto alegre (RS)
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Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas
 

Não, não existe maconha em pedra. Abraços, Dr. Flavio Pechansky.

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