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O perfil dos traficantes escolares

Fique atento à movimentação nos arredores da sua escola ou de seu filho.

Quem são
A maioria são homens, numa faixa etária um pouco acima da dos estudantes, mas não é raro encontrar mulheres, jovens e até idosos. Para despistar, há até casais de namorados que oferecem drogas.
Como se vestem
Costumam usar roupas apropriadas a cada ambiente, semelhantes às do seu público-alvo. Se o traficante fica na porta de um colégio de periferia, provavelmente se vestirá como os estudantes do local. Se estiver diante de uma escola particular, provavelmente se preocupará em estar bem vestido. Se estiver em um parque, poderá estar disfarçado como um corredor ou ciclista.
Como se aproximam
Os traficantes se posicionam estrategicamente em locais de circulação de estudantes no caminho para a escola, como praças e bares. Nas primeiras abordagens, geralmente puxam conversas despretensiosas com os alunos. Para construir vínculos, jogam futebol ou participam de outras atividades com os estudantes. Aos poucos, se tornam conhecidos e passam a ser procurados.
Onde escondem as drogas
Costumam caminhar com pouca quantidade da droga nos bolsos – assim, em caso de abordagens da polícia, podem dizer que são usuários. Escondem as reservas embaixo de pneus de automóveis, galhos de árvores ou telhas nas proximidades.
Os códigos
Para evitar suspeitas, recomendam aos usuários que não se aproximem com carteiras nem consumam a droga nas proximidades do local de venda. Um dos códigos estabelecidos para a compra é se aproximar com dinheiro na mão, para acelerar a transação.
Zero Hora
As gírias
Usam gírias para despistar. Em vez de dizer maconha, por exemplo, usuários e traficantes usam expressões como "verde", "green". Chamam cocaína de "pó","farinha", e ecstasy, de "bala".
 

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